Tradições natalícias contadas por deputados ao Parlamento Europeu

"Quem pede recebe, quem procura encontra e quem bate à porta verá que ela se abre". Apesar das agressivas campanhas de vendas, dos milhões gastos com presentes de Natal e da correria que antecede este período festivo, a época natalícia e as suas tradições continuam a fazer sentido para muitos. "O Natal permite-nos ter tempo e paz de espírito para apreciar devidamente a companhia dos entes mais queridos", diz a eurodeputada alemã Nadja Hirsch.

"No Luxemburgo, quando era pequena, o Pai Natal era muito mais importante para as crianças do que o Natal em si e nós não recebíamos presentes. Infelizmente esta situação alterou-se e o Natal caracteriza-se, cada vez mais, como uma ocasião para oferecer e consumir ou para nos sentirmos obrigados a celebrar e a consumir", lamenta a eurodeputada luxemburguesa Lulling Astrid. "No entanto, para mim continua a ser uma pausa merecida para ficar em casa ou estar com os amigos que, tal como eu, não têm uma família próxima", acrescenta.

"O Natal é um período de sossego, não me telefonem com trabalho nessa altura porque eu não atendo o telefone!", adverte por sua vez a eurodeputada sueca Eva-Britt Svensson. "Tenho três filhas e netos" e "desde há 38 anos que temos por hábito trocar alguns presentes e estarmos todos juntos!".

Para o eurodeputado grego Iannis A. Tsoukalas, o Natal é um momento estritamente familiar e significa a reunião de todos os membros da família à volta da mesma mesa. "Na minha família temos a tradição de ler um conto de Natal de Charles Dickens".

"Quem pede recebe, quem procura encontra e quem bate à porta verá que ela se abre", relembra a eurodeputada Nadja Hirsch, citando Mateus. "O Natal permite-nos ter tempo e paz de espírito para apreciar devidamente a companhia dos entes mais queridos", acrescenta.

Feliz Natal e Próspero Ano Novo!